Gabriel Miranda Palhano - Suposto traficante


Suposto traficante do Marta Helena agride PM durante abordagem

Gabriel Palhano mostra machucados depois de ser detido








 Um Cabo da polícia Militar (PM) foi agredido por um jovem de 18 anos na manhã desta terça-feira (17), na 16ª Delegacia de Polícia. Gabriel Miranda se recusou a aceitar as ordens dos policiais e foi detido.
Segundo a polícia,  Gabriel Miranda Palhano estava em uma bicicleta,  anteontem, no bairro Marta Helena, zona norte de Uberlândia, quando os militares tentaram abordá-lo. A PM chegou até ao rapaz por meio de denúncias de que ele estaria traficando drogas na região.
Ao ser abordado, o jovem tentou fugir, mas foi  pego em seguida.  Na viatura, o suspeito discutiu com os policiais e bateu a cabeça na grade do veículo até causar um pequeno corte. Ele foi levado para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Roosevelt.
Depois de receber atendimento, o jovem foi encaminhado na manhã de hoje à delegacia, onde agrediu um cabo da PM com chutes e tentou tomar a arma dele. A mãe de Gabriel Palhano, que estava no local, viu a situação e também começou a dar tapas e chutes em um dos soldados. Foi necessário acionar outra viatura para conter o autor e a mãe dele. Durante a briga, o suspeito e o policial ficaram feridos. O jovem foi detido.
Gabriel Palhano disse à reportagem do CORREIO que não entendeu o motivo pelo qual foi preso e que em nenhum momento chegou a agredir o cabo da PM. “Eu estava andando de bicicleta no bairro quando a PM me pediu para parar. Eu não saí correndo e até coloquei as mãos na cabeça. Não bati em ninguém, eu que apanhei”, disse.
O suspeito ainda negou ter ligação com tráfico de drogas. Gabriel Palhano responde a processos criminais de ameaça e roubo.

Max Palhano: atração desta sexta no Calçadão Cultural da Beira Rio


O Calçadão Cultural da Beira Rio terá nesta sexta-feira, dia 08, mais uma grande atração parnaibana. Trata-se do cantor Max Palhano e convidados, os artistas prometem um grande repertório com o melhor da Música Popular Brasileira.
Na programação do Calçadão Cultural da Beira Rio, o intuito é aliar boa música e culinária regional em um espaço seguro e familiar tendo como palco a orla do Rio Igaraçu.
Com grande sucesso, o Calçadão Cultural está consolidando como uma grande opção de entretenimento na cidade, e tem atraído público de todas as idades, que vão ao local para apreciar boa música, além de outros atrativos como uma boa culinária oferecida por bares e restaurantes ao longo do calçadão.
O evento é uma realização dos empresários do setor gastronômico da Beira Rio e músicos parnaibanos e tem o apoio do Projeto Parnaíba Criativa, Sebrae e Prefeitura de Parnaíba.
Todas as atrações até o final do mês de junho estão definidas:
Dia 08-06: Max Palhano;
Dia 15-06: Banda Audiogaragem;
Dia 22-06: Banda Camisa 12;
Dia 29-05: Júnior Vieira.











EU SOU UM MUSICO CHEIO DE IDEIAS UM FORMADOR DE OPINIAO E DEFENSOR DA BOA MUSICA , QUE LUTA POR ESPACO E NOVAS CONQUISTAS NO CENARIO MUSICAL E TENHO CERTEZA QUE VOU CONSEGUIR POR QUE EU SOU UM BATALHADOR E ESTOU NA AREA ,FONE DE CONTATO 9425-0796 E SO LIGAR

1972 - Juracy Palhano - Um Homen de Fibra


Campanha municipal de 1972, em Campina Grande os principais candidatos à prefeito eram Evaldo Cruz x Juracy Palhano, Raymundo Asfora era um dos principais oradores e apoiador de Evaldo e em discurso em praça pública bateu pesado no candidato Juracy Palhano.

Dois anos depois, como num passo de mágica, lá estava Asfora no palanque em Pocinhos como candidato a Dep. Federal e ao seu lado fazendo dobradinha ninguém menos que Juracy, candidato a Dep. Estadual.

Desenvolvendo seu discurso Asfora escuta um grito do meio do povo, que certamente vivenciará à campanha de Campina, 

“Dr Asfora o senhor vai dizer aqui também as “qualidades de Juracy Palhano?” 




Asfora faz de conta que não escutara aquele “insulto”... minutos depois com um ar de riso e com um rápido olhar para o rapaz diz:


 “Pocinhenses, conhecerdes como ninguém a cultura do agave, pois bem, Juracy Palhano é feito o agave, quanto mais se bate nele, mais ele mostra fibra...

 Risos e Palmas, muitas palmas.  

Aluisio Palhano - MPF recorre de sentença que rejeitou denúncia contra coronel Ustra


O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo recorreu contra a decisão da Justiça de rejeitar a denúncia de sequestro contra o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra e o delegado de Polícia Civil Dirceu Gravina. Para o MPF, os dois são responsáveis pelo desaparecimento do líder sindical Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, em 1971, durante a ditadura militar.
Para as procuradoras Eugênia Augusta Gonzaga e Thaméa Danelon de Melo, do MPF, o juiz federal Márcio Rached Millani rejeitou a denúncia sem embasamento técnico, mas apoiado em argumentos políticos.
O Ministério Público contesta a tese do juiz de que a Lei Federal 9.140, de 1995, impeça a punição dos assassinos porque declarou mortos os desaparecidos. O órgão ressalta que a legislação não alterou nem o Código Penal, nem o Civil, por isso, a morte presumida só poderá ser requerida após "esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do falecimento".

O MPF sustenta que Ustra e Gravina devem ser imputados pelo crime de sequestro, que continua acontecendo, porque o corpo de Palhano nunca foi encontrado. O órgão diz que o delito não prescreveu, nem está coberto pela Lei de Anistia, que perdoou os crimes políticos cometidos até 1979.
Palhano foi presidente da Confederação Nacional dos Bancários e vice-presidente da antiga Central Geral dos Trabalhadores (CGT). Com o golpe de 1964, teve seus direitos políticos cassados e foi exonerado do cargo que ocupava no Banco do Brasil. Palhano, então, exilou-se em Cuba. Em 1970, voltou ao Brasil e ficou na clandestinidade, chegando a integrar a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), grupo liderado por Carlos Lamarca. No ano seguinte, Palhano foi preso em São Paulo.

Relatos colhidos pelo MPF indicam que o sindicalista teria sido torturado no Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), na capital paulista. O centro era comandando, à época, pelo coronel Brilhante Ustra. O militar tenta um recurso contra a ação que o declarou responsável pelas torturas durante interrogatórios no local.

Andre Palhano - Virada Sustentável será realizada neste fim de semana em São Paulo


A segunda edição do evento contará com cerca de 600 atividades espalhadas por 120 pontos da cidade.




A primeira edição da Virada Sustentável, no ano passado, reuniu mais de 500 mil pessoas em atividades pela cidade de São Paulo

Acontece neste fim de semana em São Paulo a segunda edição da Virada Sustentável, com cerca de 600 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade.

Para o idealizador do evento, André Palhano, este ano a grande diferença da Virada Sustentável será o maior número de locais com atividades, abrangendo também a periferia da cidade. No ano passado foram 482 atrações em 78 espaços, neste ano serão 600 em 120 pontos. De acordo com a organização do evento, a primeira edição reuniu mais de 500 mil pessoas .

Veja: Programação da Virada Sustentável
Entre os destaques da programação está o Pimp my Carroça, uma atividade no Vale do Anhangabaú comandada pelo grafiteiro Mundano, que vai melhorar a estrutura de dezenas de carroças de catadores de lixo, com instalação de itens de segurança e pintura artística de reconhecidos grafiteiros.

André Palhano
Jornalista e organizador da Virada Sustentável, com passagem pelas redações de Veja, Folha de S. Paulo, Agência Estado e Rádio Jovem Pan, entre outras. 

Um “Flash 3 Mob” está previsto para o Mercadão Municipal, quando “homens-verdes” farão coreografias e modelos desfilarão em roupas de algodão colorido orgânico e biojoias assinadas pelo Ateliê Especiarias.

Outro destaque do evento será a coleta de lixo eletrônico. O descarte poderá ser feito em pontos nas unidades dos Sesc, no MuBe, Centro da Cultura Judaica, CEU Jaguaré, Conjunto Nacional, Mercadão e no Centro Cultural São Paulo.
A Virada Sustentável também terá um aparte gastronômica. Vinte e sete restaurantes da capital paulista vão “cardápios sustentáveis”. Os chefs vão desenvolver pratos com produtos de origem 100% orgânica, sem desperdício de alimentos e com a redução de resíduos descartados. A semana do Menu Sustentável seguirá até 10 de junho. 

PhD Romualdo Palhano – Arte e cultura nos jornais do Amapá


Todo jornal impresso que se preze possui seu caderno voltado para arte e cultura de sua cidade e região. Por mais que pertença a empresas privadas, os jornais fazem parte do dia a dia e do cotidiano de uma cidade, representando e registrando o que de importante vem acontecendo naquele espaço urbano. Isto acontece por várias razões; primeiro por ser acessível ao grande público; segundo pelo seu valor que é bastante popular, ficando entre um e três reais e cinquenta centavos; terceiro por ter longo alcance de público.
Como é de conhecimento de quem trabalha na área da arte e cultura, em nossa cidade há atividades artísticas todos os dias, todo final de semana, durante todos os meses do ano. Mas, o que mais me intriga é que a presença desses eventos ainda é muito tímida em nossos meios de comunicação, principalmente nos jornais impressos local. Não há sequer uma agenda semanal (em nenhum de nossos jornais) para que o público e sociedade possam escolher o que apreciar.
Por que nossos jornais não enfocam com mais veemência e expressividade o que acontece em nossa cidade na área da arte e cultura? O que é que falta em nossos jornalistas e editores para que o registro de nossa arte e cultura seja mais efetiva e tenha mais espaço em nossos jornais impressos.?
Talvez não se perceba, mas na maioria dos jornais aqui publicados, me parece que não há essa preocupação de colocar em evidência o que se produz em nossa cidade, região e Estado, em relação às informações sobre a produção artística e cultural. Por que afirmo isto? Numa análise panorâmica observa-se em especial nas páginas de nossos jornais, principalmente na edição do domingo, uma sequencia lógica de informações, geralmente no que se refere à presença do cinema. Por quê?
Para se ter uma idéia do que se trata, resolvemos fazer uma breve análise de quatro jornais que circulam em nossa cidade. O foco voltou-se para especificamente, jornais que circularam no domingo, 27 de maio de 2012. Nossa atenção ficou centrada nos cadernos ou páginas dedicadas à arte e cultura. Os quatro jornais analisados foram: “Jornal do Dia”; “Diário do Amapá”; “A Gazeta” e “A Tribuna Amapaense”.
O “Jornal do Dia”, um dos mais antigos da cidade, que há alguns anos possuía o “Caderno Inteligente” (do qual fui colaborador), hoje dedica um espaço à cultura e arte no “Caderno C” que é publicado aos domingos. A primeira página desse caderno vem com matérias relativas a “Esportes”, enfocando primeiramente notícias da seleção brasileira e da Fórmula I falando da participação do brasileiro Felipe Massa. A página C2 do mesmo caderno continua, por um lado, com notícias do futebol nacional e internacional, por outro, ausentando-se de falar do futebol local. A página C3 dedica-se a “Atualidades” e discute notícias sobre problemas de saúde. Já a página C4 que é dedicada à “Diversão & Cultura” fala de questões universais e nacionais como “Enrique Iglesias”; a “novela Cheia de Charme”; atriz “Debora Secco”, etc. O horóscopo também está presente nesta página e ainda o resumo das telenovelas. Aqui, infelizmente não há nenhuma notícia que trate de acontecimentos artísticos em nossa cidade, a não ser propaganda paga do Cine Imperator. Percebe-se então que não há lugar nesse caderno para revelar o que se produz artisticamente neste nesta cidade, neste Estado.
Vamos encontrar algo a respeito do tema que aqui trato na “Revista Nossa Gente” nº 39 – Ano I, de 27 de maio de 2012, que acompanha o referido jornal. Nela, pode-se encontrar dois artigos sobre nossa cultura: o primeiro na página 5 intitulado “Curiaú: um paraíso que deve ser conservado”; e o segundo, na página 14 “Tacacá da Dona Alzenora – tradição macapaense”, sendo os dois assinados pela colunista Graziela Miranda.
O segundo jornal é “O Diário do Amapá” que há vários anos possui o suplemento “Nota Dez” e no domingo 27.05.2012, trouxe em grande estampa a seguinte matéria: “Filme amapaense “Somos Parteiras” foi lançado ontem, em encontro internacional”. O mais interessante é que apesar de enfocar notícia sobre a cultura do nosso Estado, inclusive com imensa foto, ainda é pouco para um caderno que possui oito páginas e apenas a primeira é que traz notícias do lugar. A que se dedicam as outras páginas desse jornal, vejamos: página 2, “Diário Viver Bem” com a matéria: “Pesquisa; homens preferem morenas a loiras” e “Vidente ensina a lidar com altos e baixos da paixão”; pagina 3, “Diário TV & Gente” página dedicada à cultura nacional e internacional que enfoca personagens da TV e ainda programação de telenovelas. Página 4, “Diário Saúde” à qual discute questões relacionadas à saúde, sendo uma das matérias: “Deixar bebê chorando até dormir aumenta o nível de estresse”. Página 5, “Diário Mulher” com artigo “Curvatura no lábio pode indicar capacidade de atingir prazer sozinha”, esta página é totalmente dedicada à mulher. A página 6 é voltada para passatempo e horóscopo e a de número 7 é dedicada ao turismo, já a página 8 é coluna social com fotos de gente da sociedade local, assinada por Ziulana Melo.
O “Jornal A Gazeta” com seu “Caderno Camarim” busca socializar nossa produção artística e cultural, mas como os anteriores, também exagera na divulgação de notícias de alhures, esquecendo de certa forma o que se produz artisticamente em nossa cidade. O “Caderno Camarim” do dia 27.05.2012 dedica a primeira e a quinta página ao Grupo Rolling Stonnes que completa 50 anos de carreira. Na página 2, há a coluna “Arque com Arte” de minha autoria, que vem socializando a cultura e principalmente o teatro no Amapá. D’outra forma, a matéria “MINC e ANCINE anunciam novos investimentos”, encontra-se na página 3 que é notícia nacional. A página 4 com “Calçada da Fama” fala de pessoas famosas como, por exemplo, “Elton John”; a página 6 fala do cinema mundial com o tema “A Batalha de Branca de Neve”. Os cinemas Imperator; Cine Macapá e Cine Santana, (possíveis matérias pagas) se vê na página 7 juntamente com o horóscopo, e na última página a coluna social com fotografias de Patrick Melo.
O quarto e último jornal “A tribuna do Amapaense” possui o “Caderno 3 – Cidades e Negócios” que é o que mais se adéqua ao tema que se pretende aqui discutir. Com um total de oito páginas; é na de número 3 (dedicada à cultura) que se encontra artigo sobre editais do MINC assinado por Araciara Macedo que é colaboradora do referido jornal. Fala também de festivais que há no Brasil na área da música. Da cultura do Amapá mostra na página 2 um artigo sobre a senhora Maria Cipriano que é sapateira no Mercado Central em Macapá, boa reportagem de Babi Cantuária. A página 4 também discute a cultura a partir do artigo “Cultura; está na hora da mudança” da colunista Araciara Macedo. A página 5 enfoca lançamento de livro na Fortaleza de São José de Macapá, relatando fato que já havia acontecido anteriormente. A página 7 apresenta artigos diversos, sendo a página 8 voltada para o meio social a partir de fotografias da colunista Roberta Gato.
Dos quatro jornais aqui citados publicados no dia 27 de maio de 2012, apresentaremos uma breve conclusão: das quatro páginas do “Caderno C” do “Jornal do Dia” nenhuma delas enfoca a arte e cultura no Amapá, a não ser a propaganda do Cinema Imperator, que faz parte do lazer dos amapaenses; das oito páginas do Suplemento “Nota Dez” do “Diário do Amapá” apenas a primeira enfoca questões relativas à nossa cultura, salvo a coluna social de Ziulana Melo; das oito páginas do Suplemento “Camarim do Jornal A Gazeta” apenas a coluna “Arque com Arte” de minha autoria socializa a arte no Amapá, principalmente o teatro, somando-se ainda a propaganda do Cine Imperator, Cine Macapá e Cine Santana e a coluna social com fotos de Patrick Melo. O Caderno “Cidades e Negócios” com oito folhas do jornal “A Tribuna Amapaense” foi que publicou mais artigos ligados à nossa cultura. Matérias e artigos que embora estejam relacionados com a questão da economia revelam o dia a dia da nossa sociedade, como é o caso.
O que gostaríamos de discutir aqui neste artigo é: como direcionar uma página de arte e cultura para que a população e nossos diletantes visitantes, turistas ou não, possam, abrir em um de nossos jornais impressos, um caderno dedicado à cultura e possam localizar e escolher locais para visitar ou para apreciar no âmbito da capital do Estado do Amapá?
Não queremos aqui colocar em questão o valor das outras matérias ou artigos, de forma alguma! Mas, sim pensar a necessidade de se dedicar mais espaços para que nossa produção artística apareça em nossos jornais. Urge essa necessidade, tanto para os que aqui habitam quanto para os que por aqui passam. Por exemplo, a cada final de semana não se sabe o que vai acontecer na área artística e cultural em nossa cidade.
O que seria interessante para que tivéssemos novos rumos em relação ao tema em tela? Uma agenda artística e cultural permanente que fosse publicada pelos menos as sextas feira e aos domingos. Espetáculos que estivessem em cartaz no teatro; a programação dos cinemas, etc. Além dos acontecimentos artísticos e culturais também deveria constar nesta agenda a relação dos museus com suas respectivas horas de visitas.
Há que se colocar notícias nacionais e internacionais em nossos jornais? Claro que sim! Isto é um fato. Mas há também que se prezar por mais espaços para socializar nossa arte e cultura. Desta forma, podemos deixar para a história este presente registrado nos jornais, que no futuro será passado e poderá ser estudado por muitos pesquisadores.

Adlay Palhano - TRISTE NOTÍCIA - Família O Estado dá adeus a Stevenson


Uma parada cardiorrespiratória ceifou, precocemente, a vida de um dos herdeiros da empresa jornalística


 Das gargalhadas verdadeiras, do coração sincero, da generosidade rara em tempos de distância e hierarquias. O jovem convicto e reconhecido, Adlay Stevenson de Palhano Xavier, diretor-administrativo do jornal O Estado, faleceu, ontem, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A interrupção súbita e inesperada do coração que vivera 56 anos, fará outros corações chorarem por tempos. Reforçará, entretanto, lembranças felizes.
Quatro irmãos, sete filhos, mãe e pai. A família de um homem é seu porto seguro e o conhece mais do que qualquer outro que o destino aproxime. “Coração extraordinário” foi a primeira descrição feita por Ricardo Palhano, irmão mais velho. “Ele tinha amizade com todos” foi a segunda. Os que conheciam, de perto ou de longe, o jovem Stevenson, concordariam com as principais referências feitas a ele.
Traços de família traz-se no sangue, feições, detalhes de personalidade e, principalmente, no aprendizado. Com o jornalismo sendo parte do legado familiar, Stevenson começou a colecionar ensinamentos quando recebeu, do pai e ex-diretor do jornal O Estado, Venelouis Xavier Pereira, seu primeiro trabalho. “Nós tínhamos que ler todos os jornais do Ceará e do Sul. O Stevenson se identificou com a oficina e impressoras, depois, com a circulação do jornal”, lembrou Ricardo Palhano.
Com pouco mais de 20 anos, o jovem seguia à Brasília, acompanhando o irmão mais velho. Lá, trabalhou no Conselho Nacional de Petróleo (CNP), onde ficou durante anos. Mas corações extraordinários não se aquietam por dinheiro ou status, vivem pelo que sentem e querem. O destino, então, trouxe Stevenson para sua terra.
Tantas outras experiências rememoram sua vida. Um ano morando nos Estados Unidos, a inserção em diferentes igrejas, os amigos conquistados... a confiança e apego pelo presente, pela vida vivida naquele exato momento. O dia hoje amanheceu repleto de pesares, mas com plenitude de paz, sem dúvida.

Aluisio Palhano - MPF denuncia coronel e delegado por sequestro na ditadura


MPF denuncia coronel e delegado por sequestro na ditadura
24 de abril de 2012  16h43  atualizado às 18h41

Procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição oferecem denúncia contra o ex-chefe do Doi-Codi e um delegado da Polícia Civil por sequestro e .... Foto: Marina Novaes/Terra
Procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição oferecem denúncia contra o ex-chefe do Doi-Codi e um delegado da Polícia Civil por sequestro e tortura


Foto: Marina Novaes/Terra

MARINA NOVAES

Direto de São Paulo
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta terça-feira à Justiça Federal em São Paulo o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do Destacamento de Operações Internas de São Paulo (DOI-Codi), e o delegado da Polícia Civil Dirceu Gravina, ainda na ativa, pelo sequestro qualificado do bancário e líder sindical Aluízio Palhano Pedreira Ferreira. De acordo com a denúncia, o sindicalista foi preso ilegalmente por agentes a serviço do governo federal em maio de 1971, e o último contato que fez com sua família foi há exatos 41 anos.
De acordo com a Procuradoria, o crime ainda não prescreveu e, caso a Justiça Federal aceite a denúncia, os acusados podem pegar de 2 a 8 anos de prisão. Segundo o procurador da República do Rio Grande do Sul, Ivan Cláudio Marx, como o corpo da vítima nunca foi encontrado, a lei estabelece que o crime de sequestro continua em andamento e, por esse motivo, o MPF ressalta que o caso também não fere a Lei da Anistia, já que o perdão instituído pela legislação abrange somente os crimes cometidos até 1979.
"Para fins penais não serve a presunção de morte, é preciso haver uma prova", explicou o procurador. "Só os réus sabem o destino dessa vítima. Sem corpo, não há que se falar em homicídio", completou a procuradora da República em São Paulo, Eugênia Augusta Gonzaga.
Palhano, que na ocasião do sequestro tinha 48 anos, foi presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e da Confederação Nacional dos Bancários. Em 1964, ele teve seus direitos políticos cassados pelo Ato Institucional número 1 (AI-1) e se exilou em Cuba para fugir das perseguições que sofria. Em 1970, porém, voltou ao Brasil e ficou clandestino, passando a fazer parte da Vanguarda Popular Revolucionária, liderada pelo militar Carlos Lamarca, e sendo preso em 1971.
Em entrevista coletiva nesta terça-feira, o procurador de São Paulo Sérgio Gardenghi Sulama destacou que, mesmo com os atos institucionais decretados pelo governo federal na ditadura, a prisão da vítima foi ilegal.
"Mesmo no sistema constitucional de 1969 (...), os atos não autorizavam o sequestro de pessoas e também não autorizavam a prisão não comunicada de pessoas. A prisão dele jamais foi comunicada. Esses atos também não autorizavam a tortura como método de obter informações", destacou o procurador, que lembrou que duas testemunhas ouvidas pelo Ministério Público relataram ter visto Palhano ser torturado na sede do Doi-Codi em São Paulo.
De acordo com os procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição, que apuram denúncias de crimes como esse, o MPF investiga outros 14 desaparecimentos ocorridos em São Paulo no período militar, mas não é possível afirmar que esses casos irão gerar novas denúncias, devido à dificuldade em se identificar os sequestradores. "Não quer dizer que haverá 14 denúncias, porque as vítimas eram torturadas com os rostos encapuzados e os torturadores usavam codinomes. O coronel Ustra, por exemplo, usava o condinome de Dr. Tibiriçá", explicou a procuradora Eugênia.
Esta é a segunda denúncia oferecida por um crime de sequestro cometido durante a Ditadura Militar. Em março, o MPF denunciou o coronel reformado do Exército Sebastião Curió, acusado de ser autor de cinco sequestros ocorridos no Araguaia naquele período. A Justiça não aceitou a denúncia, mas o Ministério Público já recorreu.
O advogado do coronel Ustra, Paulo Esteves, afirmou ao Terra que tomou conhecimento da ação do MPF pela imprensa e que irá se pronunciar sobre o caso somente quando a Justiça Federal decidir se aceita ou não a denúncia. O Terra ainda não conseguiu localizar o delegado Dirceu Gravina para comentar a acusação.

Josenildo Palhano - Jurados reconhecem tese de legítima defesa e absolvem acusado de homicídio por motivo fútil

O Conselho de Sentença do 5º Tribunal do Júri da Comarca de Fortaleza absolveu Josenildo Marques Palhano, acusado de matar Wellington da Silva Januário.
O julgamento, presidido pela magistrada Valência Aquino, teve início às 14h:00 e encerrou no fim da tarde desta 2a.feira (26/03).

Por maioria de votos, os jurados acataram a tese de legítima defesa, sustentada pelo advogado Diassis Martins.
A acusação pediu a condenação do réu por homicídio qualificado, por motivo fútil, argumento rejeitado pelo júri.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Ceará (MP/Ce), no dia 6 de maio de 2006, por volta das 23h:00, a vítima estava nas proximidades da casa do réu, na avenida Rogaciano Leite, em Fortaleza, fazendo barulho e incomodando a vizinhança.
A acusação afirmou que Josenildo resolveu tomar satisfações e, durante a discussão, sacou uma faca e atingiu Wellington com um golpe no peito, causando a morte.

Josenildo Marques confessou o crime, mas alegou legítima defesa.
Afirmou ainda que Wellington fez ameaças ao pai dele, que tinha 73 anos e apresentava graves problemas de saúde.

MPF denunciará torturadores por 24 desaparecimentos em SP

O Ministério Público Federal (MPF) deve entrar nas próximas semanas com ações criminais contra militares pelo desaparecimento de, pelo menos, 24 pessoas no estado de São Paulo durante o período daditadura militar (1964-1985).
A tese será a mesma da denúncia contra o coronel reformado do Exército Sebastião Curió por causa do desaparecimento de cinco integrantes da Guerrilha do Araguaia.
Para o MPF, como os corpos nunca foram encontrados, o crime é continuado e os militares não podem ser beneficiados pela Lei da Anistia, que impede punições para atos cometidos até 1979. A Justiça Federal de Marabá negou abertura de ação criminal contra Curió, semana passada.

As vítimas desapareceram após serem presas por órgãos de repressão. As ações vão abordar os casos do bancário Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, da Vanguarda Popular Revolucionária, a mesma em que militou a presidente Dilma Rousseff; e do estudante Luís Almeida Araújo, da Ação Libertadora Nacional.
Entre os que devem ser denunciados está o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que dirigiu o DOI-Codi nos anos 70.
Ferreira teve os direitos políticos cassados pela ditadura. Em seguida, exilou-se no México e em Cuba. Em 1970, voltou ao Brasil para ingressar na luta armada. Ele teria sido morto na sede do DOI-Codi, em São Paulo. Relatos de presos à Anistia Internacional indicam que o bancário foi torturado por 11 dias antes de morrer.
Já Araújo era estudante de Ciências Sociais da PUC-SP. Ele foi sequestrado em 1971 em São Paulo. Sua família recebeu, três dias depois, telefonema anônimo informando da prisão. Na Oban e no Dops, teve a informação de que ele estaria foragido.
Major Curió
Em entrevista ao Portal Vermelho, o procurador–chefe da República no Estado do Pará, Ubiratan Cazetta, explica que o MPF irá entra com um recurso — chamado de embargo de declaração — para que o juiz possa completar sua decisão. O MPF argumenta que a decisão não apreciou ao menos duas questões importantes: a eficácia e validade da Corte Interamericana no Brasil e a imprescritibilidade de crimes contra a humanidade.
O procurador reafirma ainda o compromisso do MPF com o esclarecimento dos crimes ainda mantidos em obscuras páginas do passado recente do nosso país. “Vamos cumprir nossa obrigação, tanto institucional quanto a decorrente dessa condenação do Brasil na Corte Interamericana e vamos buscar a construção nesse momento de exposição da verdade”.
Entre os argumentos contrários à possíveis condenações de militares, está a concepção de que a Lei da Anistia teria apagado de uma vez por toda essa questão e que isso faria parte de um processo de conciliação nacional. “Essa é uma ideia muito forte e que faz com que às vezes outros argumentos não sejam nem mesmo considerados. É uma discussão que traz uma série de conceitos que precisam ser vistos com muito cuidado”.

Capitão Palhano - Polícia desbarata em Parnaíba quadrilha de assaltantes e traficantes



Policiais da Força Tática comandados pelo Sargento Fabriciano Monteiro e do Grupo Giro, sob comando do Cabo Fábio Costa coordenados pelo Capitão Palhano, desbarataram no início da madrugada dessa sexta-feira(16/03), uma quadrilha de assaltantes e traficantes de Fortaleza-Ceará composta de quatro elementos: Francisco Tiago de Mesquita, 24 anos (chefe da quadrilha), Alexsandro Evangelista da Silva, 23 anos, Alex Alves Nogueira, 26 anos, e Francisco Mazza de Araújo Júnior, 28 anos.

Os primeiros a serem presos na operação policial foram Alexsandro, Alex e Júnior, que andavam em um automóvel Gol de placa HJB-8595 Fortaleza-Ce. O último a ser preso foi Francisco Tiago, que se encontrava em sua residência alugada recentemente.

Chef Lenin Palhano traz novidades ao menu do C La Vie

Mantendo sua característica de sempre ter novidades no cardápio, o restaurante C La Vie acrescenta este mês uma seleção de nove pratos novos ao menu. As criações, assinadas pelo jovem epremiado chef Lenin Palhano, trazem uma tendência de valorização de ingredientes da gastronomia  brasileira e outras experimentações internacionais. São duas entradas e sete pratos principais com ingredientes especialíssimos e preparados com requinte e técnica para agradar os mais variados paladares.

Como entradas, o carpaccio de surubim defumado (R$ 26) e as Ostras gratinadas ao velouté de peixe (R$ 18) chamam a atenção. O primeiro combina os sabores ácido e doce, servido com molho de laranja e mel. A segunda sugestão confirma a identidade de Lenin com os frutos do mar.

Pratos principais

As opções de pratos principais que estreiam no cardápio são bem variadas. O polvo e o camarão rosa salteados em manteiga de coral (R$ 74) formam a companhia perfeita para o arroz negro, arrematados pelo molho massago. “É uma combinação harmoniosa que expressa anos de trabalho. O molho, a base de ovas de caranguejo, veio da cozinha japonesa e fecha com maestria a composição do prato”, explica Palhano.

Toques da comida regional do nordeste também estão presentes. O chef indica esta inspiração no Ravioli de carne seca na manteiga de garrafa ao molho de feijão de corda (R$34). Há ainda muitas opções de massas novas. Entre elas, o Nhoque de ricota e espinafre, recheado com brie ao leve molho de tomates frescos, camarões e vegetais (R$ 42).

Entre as carnes, outra surpresa é o Filet mignon de vitelo ao molho do vinho do Porto com polenta italiana cremosa, finalizada com risoto de amêndoas (R$ 64).  Em resumo, não faltam sabores para serem descobertos entre as novidades do C La Vie.

Chef Revelação

Reconhecido como Chef Revelação – Talento Jovem pelo Prêmio Bom Gourmet 2010, o londrinense Palhano assumiu o comando da cozinha do C La Vie em agosto de 2011, quando deixou o Terra Madre, restaurante do mesmo grupo, no qual era sub-chefe de Ivan Lopes. Ele estudou Gestão de Gastronomia na Opet e participou de diversos cursos, entre eles com o chef francês Laurent Suaudeau.

C LA VIE BRASSERIE – LOJA VINO! BATEL
R. Comendador Araújo, 970 – Batel
Fone: (41) 3029-9988
Horário C La Vie:
Segunda à quinta, do meio-dia às 0h
Sexta e sábado, do meio-dia à 1h
Horário Loja Vino! Batel
Segunda a sábado, das 10h às 23h