Aluisio Palhano - MPF denuncia coronel e delegado por sequestro na ditadura


MPF denuncia coronel e delegado por sequestro na ditadura
24 de abril de 2012  16h43  atualizado às 18h41

Procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição oferecem denúncia contra o ex-chefe do Doi-Codi e um delegado da Polícia Civil por sequestro e .... Foto: Marina Novaes/Terra
Procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição oferecem denúncia contra o ex-chefe do Doi-Codi e um delegado da Polícia Civil por sequestro e tortura


Foto: Marina Novaes/Terra

MARINA NOVAES

Direto de São Paulo
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta terça-feira à Justiça Federal em São Paulo o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do Destacamento de Operações Internas de São Paulo (DOI-Codi), e o delegado da Polícia Civil Dirceu Gravina, ainda na ativa, pelo sequestro qualificado do bancário e líder sindical Aluízio Palhano Pedreira Ferreira. De acordo com a denúncia, o sindicalista foi preso ilegalmente por agentes a serviço do governo federal em maio de 1971, e o último contato que fez com sua família foi há exatos 41 anos.
De acordo com a Procuradoria, o crime ainda não prescreveu e, caso a Justiça Federal aceite a denúncia, os acusados podem pegar de 2 a 8 anos de prisão. Segundo o procurador da República do Rio Grande do Sul, Ivan Cláudio Marx, como o corpo da vítima nunca foi encontrado, a lei estabelece que o crime de sequestro continua em andamento e, por esse motivo, o MPF ressalta que o caso também não fere a Lei da Anistia, já que o perdão instituído pela legislação abrange somente os crimes cometidos até 1979.
"Para fins penais não serve a presunção de morte, é preciso haver uma prova", explicou o procurador. "Só os réus sabem o destino dessa vítima. Sem corpo, não há que se falar em homicídio", completou a procuradora da República em São Paulo, Eugênia Augusta Gonzaga.
Palhano, que na ocasião do sequestro tinha 48 anos, foi presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e da Confederação Nacional dos Bancários. Em 1964, ele teve seus direitos políticos cassados pelo Ato Institucional número 1 (AI-1) e se exilou em Cuba para fugir das perseguições que sofria. Em 1970, porém, voltou ao Brasil e ficou clandestino, passando a fazer parte da Vanguarda Popular Revolucionária, liderada pelo militar Carlos Lamarca, e sendo preso em 1971.
Em entrevista coletiva nesta terça-feira, o procurador de São Paulo Sérgio Gardenghi Sulama destacou que, mesmo com os atos institucionais decretados pelo governo federal na ditadura, a prisão da vítima foi ilegal.
"Mesmo no sistema constitucional de 1969 (...), os atos não autorizavam o sequestro de pessoas e também não autorizavam a prisão não comunicada de pessoas. A prisão dele jamais foi comunicada. Esses atos também não autorizavam a tortura como método de obter informações", destacou o procurador, que lembrou que duas testemunhas ouvidas pelo Ministério Público relataram ter visto Palhano ser torturado na sede do Doi-Codi em São Paulo.
De acordo com os procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição, que apuram denúncias de crimes como esse, o MPF investiga outros 14 desaparecimentos ocorridos em São Paulo no período militar, mas não é possível afirmar que esses casos irão gerar novas denúncias, devido à dificuldade em se identificar os sequestradores. "Não quer dizer que haverá 14 denúncias, porque as vítimas eram torturadas com os rostos encapuzados e os torturadores usavam codinomes. O coronel Ustra, por exemplo, usava o condinome de Dr. Tibiriçá", explicou a procuradora Eugênia.
Esta é a segunda denúncia oferecida por um crime de sequestro cometido durante a Ditadura Militar. Em março, o MPF denunciou o coronel reformado do Exército Sebastião Curió, acusado de ser autor de cinco sequestros ocorridos no Araguaia naquele período. A Justiça não aceitou a denúncia, mas o Ministério Público já recorreu.
O advogado do coronel Ustra, Paulo Esteves, afirmou ao Terra que tomou conhecimento da ação do MPF pela imprensa e que irá se pronunciar sobre o caso somente quando a Justiça Federal decidir se aceita ou não a denúncia. O Terra ainda não conseguiu localizar o delegado Dirceu Gravina para comentar a acusação.

Josenildo Palhano - Jurados reconhecem tese de legítima defesa e absolvem acusado de homicídio por motivo fútil

O Conselho de Sentença do 5º Tribunal do Júri da Comarca de Fortaleza absolveu Josenildo Marques Palhano, acusado de matar Wellington da Silva Januário.
O julgamento, presidido pela magistrada Valência Aquino, teve início às 14h:00 e encerrou no fim da tarde desta 2a.feira (26/03).

Por maioria de votos, os jurados acataram a tese de legítima defesa, sustentada pelo advogado Diassis Martins.
A acusação pediu a condenação do réu por homicídio qualificado, por motivo fútil, argumento rejeitado pelo júri.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Ceará (MP/Ce), no dia 6 de maio de 2006, por volta das 23h:00, a vítima estava nas proximidades da casa do réu, na avenida Rogaciano Leite, em Fortaleza, fazendo barulho e incomodando a vizinhança.
A acusação afirmou que Josenildo resolveu tomar satisfações e, durante a discussão, sacou uma faca e atingiu Wellington com um golpe no peito, causando a morte.

Josenildo Marques confessou o crime, mas alegou legítima defesa.
Afirmou ainda que Wellington fez ameaças ao pai dele, que tinha 73 anos e apresentava graves problemas de saúde.

MPF denunciará torturadores por 24 desaparecimentos em SP

O Ministério Público Federal (MPF) deve entrar nas próximas semanas com ações criminais contra militares pelo desaparecimento de, pelo menos, 24 pessoas no estado de São Paulo durante o período daditadura militar (1964-1985).
A tese será a mesma da denúncia contra o coronel reformado do Exército Sebastião Curió por causa do desaparecimento de cinco integrantes da Guerrilha do Araguaia.
Para o MPF, como os corpos nunca foram encontrados, o crime é continuado e os militares não podem ser beneficiados pela Lei da Anistia, que impede punições para atos cometidos até 1979. A Justiça Federal de Marabá negou abertura de ação criminal contra Curió, semana passada.

As vítimas desapareceram após serem presas por órgãos de repressão. As ações vão abordar os casos do bancário Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, da Vanguarda Popular Revolucionária, a mesma em que militou a presidente Dilma Rousseff; e do estudante Luís Almeida Araújo, da Ação Libertadora Nacional.
Entre os que devem ser denunciados está o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que dirigiu o DOI-Codi nos anos 70.
Ferreira teve os direitos políticos cassados pela ditadura. Em seguida, exilou-se no México e em Cuba. Em 1970, voltou ao Brasil para ingressar na luta armada. Ele teria sido morto na sede do DOI-Codi, em São Paulo. Relatos de presos à Anistia Internacional indicam que o bancário foi torturado por 11 dias antes de morrer.
Já Araújo era estudante de Ciências Sociais da PUC-SP. Ele foi sequestrado em 1971 em São Paulo. Sua família recebeu, três dias depois, telefonema anônimo informando da prisão. Na Oban e no Dops, teve a informação de que ele estaria foragido.
Major Curió
Em entrevista ao Portal Vermelho, o procurador–chefe da República no Estado do Pará, Ubiratan Cazetta, explica que o MPF irá entra com um recurso — chamado de embargo de declaração — para que o juiz possa completar sua decisão. O MPF argumenta que a decisão não apreciou ao menos duas questões importantes: a eficácia e validade da Corte Interamericana no Brasil e a imprescritibilidade de crimes contra a humanidade.
O procurador reafirma ainda o compromisso do MPF com o esclarecimento dos crimes ainda mantidos em obscuras páginas do passado recente do nosso país. “Vamos cumprir nossa obrigação, tanto institucional quanto a decorrente dessa condenação do Brasil na Corte Interamericana e vamos buscar a construção nesse momento de exposição da verdade”.
Entre os argumentos contrários à possíveis condenações de militares, está a concepção de que a Lei da Anistia teria apagado de uma vez por toda essa questão e que isso faria parte de um processo de conciliação nacional. “Essa é uma ideia muito forte e que faz com que às vezes outros argumentos não sejam nem mesmo considerados. É uma discussão que traz uma série de conceitos que precisam ser vistos com muito cuidado”.

Capitão Palhano - Polícia desbarata em Parnaíba quadrilha de assaltantes e traficantes



Policiais da Força Tática comandados pelo Sargento Fabriciano Monteiro e do Grupo Giro, sob comando do Cabo Fábio Costa coordenados pelo Capitão Palhano, desbarataram no início da madrugada dessa sexta-feira(16/03), uma quadrilha de assaltantes e traficantes de Fortaleza-Ceará composta de quatro elementos: Francisco Tiago de Mesquita, 24 anos (chefe da quadrilha), Alexsandro Evangelista da Silva, 23 anos, Alex Alves Nogueira, 26 anos, e Francisco Mazza de Araújo Júnior, 28 anos.

Os primeiros a serem presos na operação policial foram Alexsandro, Alex e Júnior, que andavam em um automóvel Gol de placa HJB-8595 Fortaleza-Ce. O último a ser preso foi Francisco Tiago, que se encontrava em sua residência alugada recentemente.

Chef Lenin Palhano traz novidades ao menu do C La Vie

Mantendo sua característica de sempre ter novidades no cardápio, o restaurante C La Vie acrescenta este mês uma seleção de nove pratos novos ao menu. As criações, assinadas pelo jovem epremiado chef Lenin Palhano, trazem uma tendência de valorização de ingredientes da gastronomia  brasileira e outras experimentações internacionais. São duas entradas e sete pratos principais com ingredientes especialíssimos e preparados com requinte e técnica para agradar os mais variados paladares.

Como entradas, o carpaccio de surubim defumado (R$ 26) e as Ostras gratinadas ao velouté de peixe (R$ 18) chamam a atenção. O primeiro combina os sabores ácido e doce, servido com molho de laranja e mel. A segunda sugestão confirma a identidade de Lenin com os frutos do mar.

Pratos principais

As opções de pratos principais que estreiam no cardápio são bem variadas. O polvo e o camarão rosa salteados em manteiga de coral (R$ 74) formam a companhia perfeita para o arroz negro, arrematados pelo molho massago. “É uma combinação harmoniosa que expressa anos de trabalho. O molho, a base de ovas de caranguejo, veio da cozinha japonesa e fecha com maestria a composição do prato”, explica Palhano.

Toques da comida regional do nordeste também estão presentes. O chef indica esta inspiração no Ravioli de carne seca na manteiga de garrafa ao molho de feijão de corda (R$34). Há ainda muitas opções de massas novas. Entre elas, o Nhoque de ricota e espinafre, recheado com brie ao leve molho de tomates frescos, camarões e vegetais (R$ 42).

Entre as carnes, outra surpresa é o Filet mignon de vitelo ao molho do vinho do Porto com polenta italiana cremosa, finalizada com risoto de amêndoas (R$ 64).  Em resumo, não faltam sabores para serem descobertos entre as novidades do C La Vie.

Chef Revelação

Reconhecido como Chef Revelação – Talento Jovem pelo Prêmio Bom Gourmet 2010, o londrinense Palhano assumiu o comando da cozinha do C La Vie em agosto de 2011, quando deixou o Terra Madre, restaurante do mesmo grupo, no qual era sub-chefe de Ivan Lopes. Ele estudou Gestão de Gastronomia na Opet e participou de diversos cursos, entre eles com o chef francês Laurent Suaudeau.

C LA VIE BRASSERIE – LOJA VINO! BATEL
R. Comendador Araújo, 970 – Batel
Fone: (41) 3029-9988
Horário C La Vie:
Segunda à quinta, do meio-dia às 0h
Sexta e sábado, do meio-dia à 1h
Horário Loja Vino! Batel
Segunda a sábado, das 10h às 23h

Lúcia Goreth Palhano - Homenagem às mulheres em CG

A Programação da Semana da Mulher em Campina Grande prossegue até a próxima sexta-feira, 16, com palestras, realização de oficinas temáticas e minicursos. Na tarde de hoje, a partir das 14h, acontecerá a oficina com o tema ‘Autoestima’ que terá como facilitadora a psicóloga, Lúcia Goreth Palhano. O evento será realizado no Centro de Saúde Francisco Pinto, no Centro da cidade e é uma promoção da Prefeitura Municipal..

Já nesta terça-feira, 13, na SAB da Liberdade, haverá a realização da oficina ‘Redes Sociais’ que será mediada por profissionais da Educação e da área de Comunicação Social da prefeitura.

Na quarta-feira, dia 14, o Distrito de São José da Mata receberá na sede do CRAS, a partir das 14h, a palestra: Espaço Mulher e Lei Maria da Penha “Do Papel para a Vida”. Ao mesmo instante, acontece no CRAS da Catingueira uma oficina com o tema ‘Sustentabilidade e Geração de Renda; Previdência Social e a Mulher’.

Na quinta-feira, 15 de março, também acontecem duas programações simultâneas, a primeira, será a exibição do filme: “Razão e Sensibilidade”, às 14h, na Gerência da Mulher, localizada na Rua Capitão João Alves de Lira, na Prata. A segunda, será a realização da oficina temática ‘Teatro de Bonecos na contextualização do tema ‘Violência Doméstica e a Imagem da Mulher nos Meios de Comunicação’. Este segundo evento, acontecerá na Casa Abrigo da PMCG e terá como facilitadora a artesã, Maria do Socorro da Silva (Corrinha dos Bonecos).

A programação festiva em homenagem a mulher se estenderá as escola, onde acontecerão diversas palestras direcionadas a funcionárias e as mães de alunos matriculados na rede municipal de ensino. No dia de hoje, cinco escolas receberão equipes da PMCG, a partir das 19h. São elas: Escola Municipal José Tavares, no Santo Antônio; Escola Municipal Rivanildo Sandro Arcoverde, no Presidente Médici, Escola Willians Arruda, na Ramadinha; Joselita Brasileiro, na Vila Cabral de Santa Terezinha e Escola Municipal Fernando Cunha Lima, no Jeremias.

A Prefeitura de Campina Grande abriu desde a última terça-feira, dia 06, a VII Semana Mulher e realizou nos dias 07 e 08, mais de três mil atendimentos na Praça da Bandeira, beneficiando as mulheres com serviços de Saúde e Cidadania, Programa Chegou o Doutor, informações sobre núcleos de prevenção a violência, distribuição de mudas, divulgação do artesanato, serviços de beleza, apresentações culturais e orientações sobre direitos previdenciários e trabalhistas.

Kepler Palhano - Construindo sucesso em Belo Horizonte!



Na noite de terça-feira, 20 de dezembro, amigos e parceiros da Qualicorp – Minas Gerais reuniram-se no Mosaico Eventos para a confraternização de final de ano. Embora a presença da empresa no estado seja recente, pelos depoimentos dos presentes se tem a certeza de que 2012 será um ano de muito sucesso e consolidação de planos estabelecidos para a praça.
Após dias de muita chuva na cidade, a noite do evento estava linda e aberta, o que deixou todos ainda mais felizes. Além disso, outro motivo que contribuiu para a alegria dos convidados, foi o sorteio de três iPads.
Kepler Palhano comandou a entrega dos tablets e os sortudos foram: Marcílio Ferreira, da Compacta, 
Josimar Manolo da Silva e 
Danielle Cristina de Freitas, ambos da Seg Minas. 


O superintendente aproveitou o momento de atenção para falar sobre as campanhas que, a partir do ano que vem, passam a ser unificadas.
 Kepler fez um breve apanhado geral sobre o ano que chega ao fim: 

“2011 foi muito além das nossas expectativas e o crescimento foi acima do esperado. 2012 será nosso! Não há crise na Europa ou conflito no Egito que faça o panorama mudar”, e completa: “Teremos novas entidades de grande representatividade e novas operadoras. Aguardem!”.
Luciano Viana, da Compacta Seguros, também acredita que o ano que vem vai ser ótimo para os negócios: “2011 foi muito bom na minha vida pessoal com o nascimento da minha filha e 2012 será muito bom para o trabalho. Me tornarei um dos representantes da Qualicorp”.
Na análise de Márcia Santana, da corretora Seg Minas, este ano serviu para a Qualicorp se consolidar em Belo Horizonte. Ela elogia o esforço do superintendente Kepler: “Ele trouxe muita expectativa e os resultados estão sendo bons. Pretendemos entrar em 2012 com muitas vendas”.
Já Dircéia Lamounier Oliveira, da Corretora Jomadi, elogia os treinamentos: “Eles foram bons e necessários, pois vamos passar a trabalhar com classes”.
Maurício Mendonça, da M. Mendonça – Marketing Empresarial, é um entusiasta de redes sociais e adorou a iniciativa da Qualicorp em criar mais esses canais de comunicação com os corretores. O foco de Maurício é trabalhar com entidades de classes: “Isso eu gosto de fazer. Em pouco tempo de parceria já fechei com algumas federações.” Ao falar sobre a empresa, não poupa elogios: “O Kepler e a Qualicorp me passam credibilidade. Não há como ter um bom desempenho se não houver confiança”.
O corretor Alceu Luís Sartori, da Primondi, diz que conhece há pouco tempo o produto da Qualicorp e ainda assim, se sente confiante: “Pelas pesquisas que fiz, vejo que a empresa tem um grande potencial no mercado mineiro. Quero crescer junto com a Qualicorp.”
Para Marise Gonçalves, da Intermédica, os planos para o ano que vem estão focados em fazer um forte trabalho de adesão, não só em Belo Horizonte: “Pretendemos expandir nossa atuação com a Qualicorp na região do Triângulo Mineiro. Ano que vem vamos superar as vendas”.
Com tantas mensagens positivas, a Qualicorp – Minas Gerais, só tem a agradecer aos seus clientes, parceiros e amigos. Depois desta noite maravilhosa, fica a certeza de que no próximo evento de final de ano, comemorações virão em dobro.



Grupo Palhano vai investir R$ 30 milhões em Confresa

Grupal Agroindustrial do Grupo Palhano vai investir R$ 30 
milhões em Confresa
Escrito por Agência da Notícia Camila Nalevaiko via 24 Horas News / título modificado por Água Boa News   
Seg, 12 de Dezembro de 2011 21:31
Vídeo: Agência da Notícia
A última fronteira agrícola do Brasil começa a sentir os reflexos do agronegócio, no último sábado em Confresa, uma das empresas mais conceituadas de MT a Grupal, anunciou um investimento de mais de R$ 30 milhões só para Confresa.
Os diretores do Grupo Paulo Roberto Palhano e  Hamilton Dauzacke, estiveram em Confresa onde deram detalhes dos investimentos. O Grupo já investe na região através de plantio e pretende plantar 50 mil hectares na região. A empresa que atua no setor da produção, também trabalha com a comercialização, esmagamento de soja com produção de farelos de soja e também biodiesel.
De acordo com um dos Diretores Paulo Palhano, dois grandes investimentos serão feitos já no próximo ano, a construção de dois silos de armazenagem de grãos, um que será construído em Confresa e outro em Vila Rica com capacidade de armazenagem de um milhão de sacas cada silo.  “As obras terão inicio ainda em janeiro do próximo ano e terão capacidade de armazenamento para um milhão de sacas de soja. Após a conclusão deste projeto queremos dar andamento para a implantação de uma fabrica de biodiesel na região”, destacou Palhano...


Segundo ele, a região do Araguaia é uma das mais prosperas do estado e tem grandes oportunidades de crescimento. “Esta região do Araguaia está com tudo para acontecer, em breve será uma região como é a de Rondonópolis e Sinop, prova disso são os diversos grupos e empresas que estão vindo para a região”, declarou.
Além de investimentos em plantio e armazenagem, a Grupal também estará gerando incentivo para a agricultura familiar na região. “A empresa tem o Selo Social e com isso é nosso compromisso incentivar a agricultura familiar na produtividade e para isso vamos financiar o plantio para o pequeno produtor”, explicou Paulo Palhano. Segundo ele os créditos serão analisados pelo histórico de cada produtor, a empresa vai fornecer os produtos necessários para a produção e o pagamento será feito em grãos. Só em Confresa existem 6 mil assentados que poderão estar buscando incentivos na empresa. “Nós vamos trabalhar em parceria com o grande, mas também com o pequeno produtor, assim a região vai se tornar cada vez mais forte no agronegócio”, explicou.
Atualmente a empresa já gera na região do Norte Araguaia cerca de 250 empregos diretos, de acordo com os diretores em três anos serão gerados mais de 1500 empregos diretos.
De acordo com o Prefeito de Confresa Gaspar Domingos Lazzari o município tem uma área de 350 mil hectares prontos para plantio. “Nós temos mais de 350 mil hectares prontos para serem plantados em Confresa, e boa parte desse montante é de pequenas propriedades que tem pastos degradados e podem ser tranquilamente transformados em áreas agricultáveis sem desmatar nenhum pé de árvore”, explicou o Prefeito de Confresa.
Em todo o Araguaia são mais de 3 milhões de hectares que estão nessas condições. De acordo com dados da APROSOJA existem no Mato Grosso 9 milhões de hectares prontos para produzir e 3 milhões estão no Araguaia, isso faz da região a última fronteira agrícola do MT e também do Brasil.

Romualdo Palhano conta história do teatro em Itabaiana




O teatro paraibano acaba de ganhar mais duas obras que engrandecem e enriquecem sua literatura, sua história e registram definitivamente nomes e fatos que marcaram as artes cênicas no Estado. É que o Prof. Dr. Romualdo Rodrigues Palhano está lançando mais duas obras de sua autoria sendo elas: “O Teatro na Terra de Zé da Luz – Da União Dramática ao GETI” e “A Ovelha Malhada”, dedicada ao público infantil, que é a história de duas ovelhas que se apaixonam, se casam e vivem felizes para sempre.
O lançamento dos livros acontece nesta sexta-feira, às 19h00, na Associação Atlética Banco do Brasil, na cidade de Itabaiana.
Segundo Romualdo Palhano, “O Teatro na Terra de Zé da Luz – Da União Dramática ao GETI" enfoca o teatro na cidade de Itabaiana desde o Teatro da União Dramática, de 1908, que pertencia à União de Artistas e Operários de Itabaiana até a experiência do Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana que teve início na década de 1970, naquela cidade do interior do Estado da Paraíba.
A referida obra vem complementar as três obras publicadas pelo autor, duas em 2009: “Entre Terra e Mar: sociogênese e caminhos do teatro na Paraíba – 1822 – 1905”; “A Saga de Altimar Pimentel e o Teatro Experimental de Cabedelo” e a outra em 2010, “Fronteiras Entre o Palco e a Tela”.
Em “O Teatro na Terra de Zé da Luz” o autor revela os fenômenos econômicos, políticos e sociais que aconteceram no início do século XX na cidade de Itabaiana e suas influências em relação ao teatro naquela cidade. Mostra o surgimento do Curtume Santo Antonio que paralelamente com a implantação da malha ferroviária fez surgir o desenvolvimento na cidade.
O autor revela que por várias décadas a União de Artistas e Operários foi o centro polarizador da cultura e da arte naquele município. Enfoca que com a implantação do Ginásio Estadual de Itabaiana a arte teatral tomou novo rumo e foi com o Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana já na década de 1970 que este ciclo se completa.
O GETI é um grupo de teatro que há 35 anos vem se dedicando à cultura na cidade de Itabaiana. Montou vários espetáculos entre eles: A Paixão de Cristo; A Peleja de Lampião com o Capeta; O ABC de Zé da Luz, o Poeta do Povão; Três Momentos do Teatro Paraibano; O Batalhão das Sombras; 10 Anos do GETI; Cantiga de Ninar na Rua; O Banquete Final entre outros.
Quem é Romualdo Palhano
Romualdo Rodrigues Palhano é graduado em Licenciatura Plena em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas, pela Universidade Federal da Paraíba. Instituição onde também concluiu Mestrado em Serviço Social, sendo seu objeto de investigação o Teatro Comunitário. Residiu por dois anos em Havana – Cuba, onde iniciou seu doutorado. É Doutor em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.
É Pós-Doutor em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba. Reside atualmente em Macapá onde é Professor Associado da UNIFAP - Universidade Federal do Amapá.
Entre 1974 e 1994 atuou diretamente no teatro paraibano onde participou de várias montagens entre as quais: “A Peleja de Lampião com o Capeta”, pelo GETI – Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana e “O Palhaço e o Rei” pelo Grupo de Teatro Suspensório Produções Artísticas em João Pessoa.
Em Itabaiana-PB, durante a década de 1970 concluiu o ensino fundamental e médio em escola pública. Foi na terra do músico Sivuca e do poeta Zé da Luz, onde Romualdo Palhano aos 16 anos de idade escreveu suas primeiras poesias com forte influência da poesia matuta e da literatura de cordel.
O autor já publicou as seguintes obras:
“Grito Incontido” poesias, 1988;
“A Estrela e a Rã”, infantil, 1998;
“Brincando com Linhas”, infantil, 2001;
“Teatro de Bonecos: uma alternativa para o ensino fundamental na Amazônia, 2001;
“Entre Terra e Mar: sociogênese e caminhos do teatro na Paraíba – 1822 – 1905”, 2009;
“A Saga de Altimar Pimentel e o Teatro Experimental da Cabedelo”, 2009;
“Fronteiras Entre o Palco e a Tela – Teatro na Paraíba – 1900 – 1916”, 2010;
“Entre Parénthesis – poesias” também em 2010.

Augusto Magalhães

Famíia Palhano - Mato Grosso - O Pacto da Figueira - Dourados


Aprendi respeitar a natureza na minha juventude, quando ouvi uma passagem histórica, contada pela minha avó materna Benedita Pedroso. E a nossa conversa só fluiu, porque o prefeito petebista da época João Totó Câmara, simplesmente estava cortando as figueiras plantadas pelo seu antecessor udenista Antônio de Carvalho, na década de quarenta do século passado. Inclusive, as restantes ainda existentes em algumas ruas douradenses, permanecem bem preservadas, graças aos munícipes que impediram seus cortes na época dessa derrubada. Naquele tempo, a viúva de Isidro Pedroso contou-me a respeito do acordo firmado anos antes no fio de bigode. Segundo ela, debaixo da figueira do seu Osório, na sede da sua fazenda.
Disse-me a quase centenária mulher, lúcida apesar da idade avançada, que certa vez foi celebrado um pacto entre mineiros e gaúchos nos anos trinta. Por esse acordo, os migrantes das alterosas pediam para preservar as figueiras, que sombreavam o descanso dos boiadeiros e outros viajantes. Os migrantes gaúchos exigiam manter os coqueiros, pois suas folhas alimentavam cavalos. Combinando dessa maneira, contou a anciã que foi marcado um encontro entre as partes naquela fazenda. No dia, mataram seis novilhas gordas, assando-as num buraco cavado no chão. Então, iniciada essa pioneira reunião ecológica (eles nem sabiam), cerimoniosamente a presidiu o primeiro prefeito de Dourados, cidadão João Vicente Ferreira (primo da minha avó).
Nela igualmente se fizeram presentes meu tio, o vereador Antônio Emilio de Figueiredo e seu colega vereador Ciro Mello. Minha avó se recordou inclusive, das presenças do carpinteiro Januário Pereira de Araújo, construtor da primeira casa no povoado; do grande numero de pessoas da família Mattos, a mais politizada e responsável pelo movimento da emancipação; membros da família Azambuja; Floriano Brum, Júlio Leite; Pedro Rigotti; os Palhano e os Torraca; Feliciano Vieira Benedetti; o argentino Lucio Stein e o professor Acácio Arruda, fundador da Escola Erasmo Braga, entre outros que não recordo os nomes. Posteriormente, os agrônomos Valdomiro de Souza (Vadú) e Wlademiro Muller Amaral, traçando e abrindo as ruas do chamado “patrimônio”, fizeram questão de respeitar o apelidado pacto da figueira, tratado entre os nossos desbravadores.
Lamentei, por daquela ocasião não existir uma Ata, documentando esse pacto. Aí, com a simplicidade própria dos fundadores, minha avó disse que naquele tempo, valia a palavra empenhada no fio de bigode. Mas, hoje pior que corta-las, é ler em jornais impressos, a apologia do concreto querendo destruir o verde. Para eles, o negócio (lucrativo) é plantarem-se árvores no perímetro urbano, que vivam caindo em cima das casas, dos veículos e matando nessas quedas infelizes transeuntes. O ultimo temporal que o diga, pois as figueiras, seringueiras nativas (também chamadas de figueiras) e guajúviras, nem se abalaram passado o ultimo vendaval local. Quero lembrar ao senhor presidente do Conselho Municipal de defesa do Meio Ambiente, Ataulfo Stein, que essas figueiras já existiam antes da Enersul e Sanesul. Parece-me, portanto, que nossos ancestrais, no seu caso o pioneiro Lucio Stein, sendo preservadores não conheceram o efeito estufa.
Todavia, tal não ocorreu, porque nossos antepassados cuidavam dos mananciais e cardumes existentes. A propósito, seria bom que certos douradenses adotados, se informassem da história desta terra, cujas árvores alguns forasteiros derrubaram, venderam a madeira, enriqueceram e foram embora. Naturalmente, adotando outra cidade longe daqui. Posto isso, dou meu apoio aos estudantes universitários, afinal eles são jovens e querem salvar o amanhã. Dessa forma, seria melhor aplaudir essas iniciativas ecológicas. Quiçá, futuramente um deles leve a sério a necessidade de retirar da rodovia do Porto Cambira, os sem teto sugismundos e o lixão expandindo-se nas suas margens...
Isaac Duarte de Barros Junior - advogado criminalista, Jornalista. *

Pedro Palhano - "A mudança do nome de Mato Grosso do Sul"


Dizem que o povo tem memória curta, mas se é verdade, vamos voltar a falar a cerca do projeto de Lei número 003/2009 que foi noticiado pela imprensa quando o governador Andrea Puchinelli, empolgado com a candidatura de Campo Grande para sedear jogos da Copa, induziu os deputados Jerson Domingos e Paulo Corrêa ao erro. Os deputados chegaram a ser alertados da inconstitucionalidade da matéria, mas insistiram na ideia a pedido do governador, sendo tal noticiado no portal da TV Morena em 11/02/2009 em matéria publicada pelo jornalista Edmir Conceição. A finalidade do projeto de lei era a mudança do nome da rodovia Dourados/Itaporã para homenagear a atriz Luiza Botelho da Silva, nascida em Itaporã, conhecida pelo nome artístico de Luiza Brunet, cuja rodovia foi ao mesmo tempo duplicada recentemente.

Os ditos deputados e o governador deram com os burros n´água, sendo eles Jerson Domingos, campo-grandense, presidente da Assembleia e Paulo Corrêa, paulista. Quanto ao governador que não é brasileiro nato, mas devia conhecer a lei, afinal já exerceu mandato de deputado estadual e federal, como os dois deputados estaduais, são legisladores e não deviam ter tentado passar a carreta na frente dos bois.

Conforme preceitua a Lei Federal número 6.454/77, é proibido em todo o território nacional, atribuir nome de pessoa viva a bem público, de qualquer natureza, pertencente à União ou às pessoas jurídicas da Administração Indireta”. Foi o que aconteceu, a população reagiu e assim só ficou na vontade, pois outrora muitas gentes vivas foram homenageadas, agora muitos nomes deles serão retirados, pois houve infringência à lei maior.

Na ocasião os descendentes da família Palhano reagiram em tom de guerra contra a intenção dos três políticos, visto que almejaram trocar o nome da Rodovia Pedro Palhano, instituído através da lei estadual número 1.598, de 25 de julho de 1995, assinada pelo então governador Wilson Barbosa Martins pelo da atriz que deixou nossa terra pequena e que não se apresenta como nossa conterrânea e nunca defendeu nosso estado, pois é uma pessoa conhecida na mídia nacional que, voluntariamente poderia já ter se pronunciado em defesa do nome correto do nosso estado, bem como da capital ou ela não conhece também a geografia de Mato Grosso do Sul?

Na ocasião o projeto chegou a ser incluído na pauta e publicado no diário oficial do estado e no site da assembleia e após o vexame foi retirado, tendo o deputado Paulo Corrêa o único, educadamente pedido desculpas à população.

Passado esse vexame, agora aparece o deputado Antônio Carlos Ribeiro Arroyo, paulista de Nova Granada, fazendeiro na região de Miranda, após conseguiu aprovar em primeira discussão, a PEC (Proposta de Emenda Constitucional), número 005/2011, que prevê realização de plebiscito para a mudança do nome de Mato Grosso do Sul.

Pela proposta, de autoria do deputado e subscrito por vários parlamentares, os quais gostaria de saber quem são eles, cujo plebiscito só poderá ser realizado concomitantemente com as eleições gerais, tendo a proposta acrescentado dois incisos ao artigo 4º da Constituição Estadual sobre o plebiscito.

A desculpa da mudança do nome do Estado voltou à tona em maio, quando totens na Câmara dos Deputados apontavam os parlamentares de Mato Grosso do Sul como de Mato Grosso. Mas qual foi a reação dos nossos deputados federais diante da situação? Ficaram calados. Seria o momento muito oportuno para se apresentarem em alguns programas de grande audiência nacional e dar uma aula de história e geografia, pois é ensinando aos ignorantes que se se espalha o conhecimento.

Nós sulmatogrossenses não podemos concordar com a mudança do nome de nosso Estado, só porque o resto do Brasil não conhece nossa história e geografia. O que está faltando é atuação, precisamos de alguém de coragem, preparada, bem intencionada, afinal nós somos inteligentes, nossa população é jovem e não devemos nada aos outros estados. O que existe é uma ignorância dos cidadãos de fora que trocam o nome do nosso estado, sua capital. Imagino que talvez nem conheçam bem sua região, afinal poucos leem, estudam e conseguem até chegar ao poder, a maioria através do poder econômico e com isso nada contribuem. Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul são pessoas com curso superior, médicos, advogados e dos três senadores nossos dois têm curso superior, sendo um médico e o outro engenheiro e são sul-mato-grossenses também.

Muitos legisladores chegam no Congresso sem saber elaborar um requerimento e representam a população brasileira, eleitos por eleitores que nem sabem para que serve o voto e quando chegam ao congresso viram piadas humorísticas na televisão.

O importante é que nascemos mato-grossenses e por causa da divisão nos tornamos sul-mato-grossense. O Padre Raymundo Pombo num debate antes da divisão do Estado de Mato Grosso no teatro da Faculdade Dom Bosco em 1976 disse que a divisão do estado ia somente atender a vontade de políticos interessados em locupletar-se de nossas riquezas e isso está comprovado nesses 34 anos. Muita gente se enriqueceu e um percentual mínimo de políticos trabalha para o bem da população.

Os erros dos ignorantes de outros estados, não é motivo para mudança de nome, afinal o que falta aos nossos deputados é um trabalho mais atuante, tanto aqui como lá em Brasília no sentido de divulgar o nosso estado, pois infelizmente a maioria dos políticos desconhecem as leis, vejam o caso do vexame acima citado ao quererem mudar o nome da rodovia Pedro Palhano.

O nobre deputado novagranandense, devia se preocupar com algo mais importante, pois tentar mudar o nome do estado é jogar granada nos sul-mato-grossenses, visto que não nasceu em nosso estado, imagino que seria o último a dar esta sugestão. Aqui chegou do interior do Estado de São Paulo, onde nasceu, foi funcionário do governador Pedro Pedrossian na década de 80, casou-se com sua sobrinha, tornou-se fazendeiro em Miranda e por influencia da população da região tornou-se deputado.

Depois da sua tentativa frustrada em chegar ao Tribunal de Contas, aparece com essa ideia absurda. Assim, requeiro aos demais deputados que votem pela rejeição da matéria e seja mandada para aquele lugar que ela merece. O deputado Arroyo devido à convivência que teve com o ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos, conhecido por Zeca do PT, nos anos que esteve ao seu lado dando sustentação na assembleia, talvez foi influenciado pelas suas ideias de mudança do nome para Estado do Pantanal. No meu entendimento o deputado que representa a região pantaneira, quer tirar proveito de seus eleitores na região pantaneira. Seria mais importante sua preocupação em lutar pela preservação do meio ambiente daquela região, pela volta do trem passageiro que foi retirado a partir da privatização e era muito útil àqueles cidadãos. Ali tem um pouco do suor do feitor português Francisco Ferreira, cuja rua principal de Duque Estrada leva o seu nome.

Eu termino este artigo com as palavras singelas do douradense em sua entrevista ao Jornal O Progresso: “A mudança do nome é um absurdo. O que o Estado precisa fazer é divulgar mais suas ações e ganhar mais visibilidade. O prejuízo causado com a troca de documentação de todas as secretarias e órgãos ligados ao Estado é muito grande”, José Ferreira Gonçalves (Zé Tubaína), repórter fotográfico.

Senhores deputados, não tirem o nosso direito de sermos chamados de sul-mato-grossenses, como Vossa Excelência Deputado Arroyo, deve ter orgulho de ser paulista e filho de Nova Granada-SP.

José Tibiriçá Martins Ferreira, advogado, licenciado em Letras com Inglês, segundo tenente reservista e produtor rural no Distrito de Picadinha.

Lenin Palhano assume chefia do C La Vie


Premiado como “Chef Revelação – Talento Jovem” pelo Prêmio Bom Gourmet 2010, Lenin Palhano (foto) é o novo chef do restaurante francês C La Vie. Revelado pelo trabalho como subchef do Terra Madre, onde trabalhava com o chef Ivan Lopes há quatro anos, agora Lenin parte para sua primeira chefia, aos 25 anos. Assim como o Terra Madre, o C La Vie faz parte do grupo Vino!, que conta com lojas de vinhos e restaurantes, com unidades em Curitiba, Londrina, Ribeirão Preto, São Paulo e Florianópolis. O desenvolvimento do trabalho de Palhano fez com que o grupo lhe dedicasse o comando completo de uma das casas da rede, para a expansão de sua intensa criatividade gastronômica.

Palhano assume oficialmente a cozinha esta semana. Num primeiro momento, atuará no comando da equipe, com a manutenção do menu em cartaz, criado em sua maioria por pratos assinados pelo consagrado e premiado chef francês Erick Jacquin. Em breve, novidades de autoria deste jovem e promissor talento devem aparecer, para figurar ao lado das criações de Jacquin. “Não temos planos de incluir novos pratos agora”, conta Chef Lenin. “Mas a inclusão de novidades nos menus é uma marca dos restaurantes da Vino! e, certamente, isto me deixa muito feliz. Trabalhar e desenvolver um conceito criado pelo Erick Jacquin é um desafio e ao mesmo tempo uma honra para mim”.

Londrinense, Palhano se mudou para Curitiba com o objetivo de estudar gastronomia. Começou a carreira há cinco anos, “lavando pratos”, como lembra, bem-humorado, numa rede de massas fast food. Depois passou pela Expand e então ingressou no Terra Madre. Lá, iniciou como auxiliar de cozinha, passou pela função de garge manger e há dois anos era o subchef da cozinha, atuando com Ivan Lopes. Em paralelo à atuação prática, também se formou em gastronomia nas faculdades Opet.